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Crise de 2015: 10 maneiras de encarar essa tendência com inteligência

A Inteligência Competitiva não é um exercício de precisão, mas um exercício de tendência. Infelizmente, o sucesso presente de uma empresa não garante o seu sucesso futuro. Isso significa que, mesmo que a nossa empresa tenha um bom produto e esteja crescendo no mercado, ela não estará a salvo de uma crise, seja de uma crise de origem interna, seja de uma crise como a que já está se configurando hoje no Brasil.

Nessas situações, do ponto de vista empresarial, é fundamental saber o que NÃO FAZER para evitar prejuízos ainda maiores.

Assim sendo, o que as “inteligências” salientam às empresas para encarar as tendências de crise de 2015?

1) Segundo a inteligência territorial, a competitividade é sempre sistêmica, mas a crise também. Mesmo que diretamente a nossa empresa pareça que não será afetada pela crise econômica que o país irá atravessar, com certeza ela será indiretamente envolvida;

2) Segundo a inteligência de negócios não devemos exagerar na cautela para encarar a crise, mas é necessário manter as contas da empresa, de curto e médio prazo, na ponta do lápis. É fundamental acompanharmos as tendências de nosso negócio e, principalmente, focar nas atividades que tragam mais resultados para a nossa empresa, pois é melhor prevenir do que remediar. O resto pode ser terceirizado para empresas parceiras;

3) Segundo a inteligência comunicacional, quem não se comunica se trumbica. Nesse sentido, não devemos nos descuidar da comunicação, seja com os clientes, fornecedores e, principalmente, com os funcionários. É fundamental mantê-los informados sobre os fatos que poderão afetar a nossa empresa, bem como sobre as medidas que, eventualmente, deverão ser tomadas, pois agindo assim consegue-se neutralizar os impactos negativos de rumores e informações imprecisas;

4) Segundo a inteligência ambiental, a crise externa à empresa não pode ser evitada, mas ela pode ser gerenciada. Nesse sentido, não devemos subestimar os impactos de cada cenário, pois é importante estimar situações de máximo e mínimo riscos, a fim de prever as possíveis ações que serão necessárias em cada uma delas. É fundamental sabermos como fazer o gerenciamento de crise;

5) Segundo a inteligência financeira, o equilíbrio entre a receita e a despesa é o que garante a sustentabilidade de uma empresa. Nesse sentido, nevemos alinhar os nossos esforços para conseguirmos os financiamentos ou refinanciamentos necessários para alcançar o equilíbrio do negócio;

6) Segundo a inteligência organizacional, a crise exige uma centralização das decisões. Não devemos delegar decisões que devem ser tomadas imediatamente;

7) Segundo a inteligência tecnológica, em época de crise, devemos focar os nossos esforços de tecnologia nos projetos técnicos de melhor resultado, e não devemos continuar os projetos sem reavaliar os resultados da empresa a curto prazo;

8) Segundo a inteligência de mercado, a análise do ambiente externo e a percepção dos cenários ajudam a evitar ameaças, identificar oportunidades, antecipar-se às tendências, enfim a agir e não apenas reagir. Nesse sentido, não devemos ignorar as mudanças do mercado, pois as mudanças constantes no cenário de crise obrigam os administradores a estarem em permanente vigilância;

9) Segundo a inteligência emocional a tomada de decisão não é baseada apenas na razão, mas também na emoção. Por isso tomar decisões rápidas, mas não apressadas. Devemos impor a moderação. Tão desaconselhável como a redução massiva de pessoal é fazer contratações indiscriminadas;

10) Enfim, segundo a inteligência competitiva, após a “tempestade” vem a “bonança”. Nesse sentido, devemos analisar todos os possíveis cenários uma vez superada a crise, pois existe um cenário “oceano azul” depois da crise e é preciso identifica-lo.

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06 Abril 2015